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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

BRASIL reduz pobreza em 7,9% - A Direita e o PIG morrem

"Prego na bota do PIG: pobreza tem redução de de 7,9% em 2011

Por Charles Bakalarczyk

Dilma: combatendo a pobreza

A pesquisa De Volta ao País do Futuro, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que teve por objeto a análise da nova classe média e foi divulgada no dia 7 (ver abaixo), não obteve a repercussão devida.

Diz a pesquisa o Brasil anda no sentido aposto ao resto do mundo. Se em muitos países as desigualdades sociais têm aumentado, no Brasil a curva é inversa: a pobreza caiu 7,9% entre janeiro de 2011 e janeiro de 2012, com redução contínua das desigualdades.

Fico pensando como pesquisa desse naipe incomoda o PIG e os conservadores. É prego na bota deles!"



SEGUE MATÉRIA DA REVISTA ÉPOCA:

"Pobreza no Brasil diminui 7,9% em 2011, diz IPEA

Resultado mostra que apesar da crise econômica, a desigualdade no país caiu numa velocidade mais rápida do que a meta estabelecida pela ONU

REDAÇÃO ÉPOCA COM AGÊNCIA BRASIL

Apesar da crise econômica mundial, que vem se acentuando e aumentando as desigualdades em vários países, no Brasil a pobreza caiu 7,9% entre janeiro de 2011 e janeiro de 2012 e as desigualdades continuam a diminuir. A constatação faz parte da pesquisa De Volta ao País do Futuro, que analisou a nova classe média e foi divulgada hoje (7) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).
Essa queda aconteceu em um rítmo três vezes mais rápido que as metas do Milênio das Nações Unidas (ONU), segundo o pesquisador Marcelo Neri. “O Brasil está um pouco na contramão de sua história pregressa e da de outros países emergentes e desenvolvidos. Aqui a desigualdade vem caindo nos últimos 11 anos consecutivos e está caindo com mais rapidez do que antes e hoje estamos no nosso menor nível de desigualdade da série histórica que começa em 1960”, disse.

O estudo mostra que, de janeiro de 2011 a janeiro de 2012, o índice de Gini, que mede a desigualdade numa escala de 0 a 1, caiu 2,1%, passando de 0,53 para 0,51 e que o crescimento da renda familiar per capita média foi 2,7% nos 12 meses estudados.
Neri defendeu que os resultados positivos devem-se às políticas públicas de redução da pobreza e ao fato de os brasileiros terem menos filhos e não deixarem de matriculá-los na escola. “Educação é o fator mais importante para esse resultado, conforme nossos estudos, e a melhora na educação pode significar uma queda maior ainda.”
Apesar da melhoria, o economista lembrou que o Brasil permanece entre os 12 países mais desiguais do mundo. Embora seja a região mais pobre e desigual do país, a renda do Nordeste é a que cresce mais devido a investimento de novas empresas, políticas públicas e empreendimentos estatais entre outros motivos.
Uma parte da pesquisa se arrisca a fazer um cenário prospectivos e prevê que se a desigualdade continuar nesse ritmo de queda, a proporção da chamada Classe C, que hoje representa 55,5% da população, deve chegar a 60,1% em 2014. A Classe C, de acordo com a definição utilizada pelo estudo, é composta por famílias com renda familiar entre R$ 1.734 e R$ 7.475.
Baseado nessa metodologia, a pesquisa aponta que entre 2003 e 2011, cerca de 40 milhões de pessoas saíram da classe D para a Classe C, que conta hoje com mais de 105,4 milhões de brasileiros. Cerca de 22,5 milhões pertencem à Classe AB (com salários maiores que R$ 7.475) e cerca de 63,5 milhões estão na classe D e E (com renda inferior a R$ 1.085). "

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