F R A S E

SÃO OS COMUNISTAS OS QUE PENSAM COMO OS CRISTÃOS” - Papa Francisco

quarta-feira, 23 de março de 2016

Pru cumpadi Lula

Caetés, pernambuco, 22 desse março. Ano de 2016.

Digaí meu cumpadi. Resorvi escriver essa carta pru meu cumpadi pru mode de quetô muinto avexado cum isso tudo qui tem sidadu cum sua pissoa. Os ômi quere prendê ocê! Toma tenensia! Sei, sei qui o cumpadi ta disso apercebido, mais num tenho nem durmido direito pur calsa dessa cambaiada de nuticia rim qui xega pur aqui nu sertao.

Priméro essas estoreas dessas canoa e pedalinhu. Pro mode de que, ômi! Tu quis se amostrá, foi pexte? Agua pra nois, tu sabi, diaxo, sempre foi pra bebe e se banhá! Negossio de barcu num é pra genti!. Aiai. E essis camboio de prisente dus guvernudus estrangeiru. Pro mode de que ficassi cum essas merda!? Agora tas vendu o resurtadu.

Mais me dis. Tu ganhassi mermo no cambalaxu o tar do sitio e do triprexx, foi? Num minta pru seu cumpadi! E num si preolculpe podi respondê que o zé dus correo num vai abri a corespondença pro mode de que ele sabi qi é crimen. E o tar do apartamentu? Vixe. Descurpa, cumpadi. Num preciza vim cum treis predras na maumAfe! Num si podi falar mais nada. Brincandera, cumpadi. Só tô atentandu seu juizo pro modi a cunversa num ficá taum serea. Creditu inocê. E sô doido é?

Pru bem da verdadi si issu fossi verdadi eu ia diser qi tu é é muituduburro. Isso sim.U caba sê o mió presidenti do brasil e roubá um sitiosinho merreca era muito tapadu, mermu, mais sei que tu num é safadu, muinto menus burro.

Otra coisia cumpadi. Agora é sereo. Teinha mais coidado ômi de Deus! Cumo é qui tu vai dizê qui essi povo poderoso tá si mijando nas carças? Cumé qui tu disse mermo? Acorvadadu! Sim foi isso. Vixe qui ainda to rindu aqui. Hem? Num tem desimportancea si é verdadi, cumpadi! Nein qi foi numa confabulança nu particulá. Ai meu deuzinho. Tu num intendi, omi? Esi povu num asseita qi um omi sem enstrunssao das leteras diga essas verdadi! Essi tar de telefone eu qui num confiu.

Cumpadi vou pará qui a muié ta xamanu pru cafe. O povo ta tudo doidinho aquna regiaum pra ti defendê. Difirci sigurá. É um tar de mexeu com tu mexeu cum nois q ave maria. Fica cum Deus.

E si cuida.
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Tb pub no jornal GAZETA DE ALAGOASGROUP e nos sítios PRAGMATISMO POLITICO e PCdoB-Alagoas

quarta-feira, 16 de março de 2016

Reagir é inadiável

*Pub no jornal GAZETA DE ALAGOAS e nos sítios PRAGMATISMO POLÍTICO e PCdoB-AL
Ontem houve grande manifestação pelo país. Não sei se a maior da história, como alguns alardeiam. Não importa. Foi grande. Segundo institutos de pesquisa, majoritariamente formada por integrantes das classes alta e média, e de cor branca. Não importa. Foi grande. Teve coreografia, pequenos e imensos ricos bonecos, adrede produzidos e postos à venda, além de trios elétricos, protetores solares, e casais com seus bebês, todos ornados de verde-amarelo, devidamente cuidados por suas diligentes babás negras (de uniforme branco). Não importa. Foi grande.

Ora, todas as classes sociais têm o direito constitucional de lutar por seus próprios interesses, ou, como dizem, para ter o seu país de volta, por mais que esse desejo não tenha pé nem cabeça (o país jamais foi tão de todos como nos últimos treze anos), salvo se isto significar tê-lo aos seus pés, de sua cobiça, seu egoísmo e, conscientemente, ou não, dos interesses do grande capital internacional, que até então sempre havia posto o país de cócoras.

Importa, e o enfraquece enquanto movimento, a sua contradição essencial, que o torna tão oco quanto os bonecos ofensivos que ostentava. Bandeira anticorrupção é vazia (e antiga). Quem não a hasteia? As manifestações, inclusive, estavam prenhes de corruptos e sonegadores amorais. Além dos inocentes úteis manipuláveis e manipulados. Basta ver quem os apoia e qual foi o seu candidato.

Mesmo assim, sob o manto destruído pelas traças da anticorrupção oca que envergam, está o desejo inconsequente e racionalmente injustificável de derrubar a presidenta recém-eleita pelos brasileiros (desde o dia seguinte a sua posse), e impedir, não pelo voto, o retorno ao poder do maior líder popular deste país, ancorado na grande mídia e em seus interesses bilionários e servis ao capital estadunidense, e nos novos e perigosos (à democracia) fenômenos da judicialização da política e da politização de parcela do judiciário. Mi-mi-mi de quem não sabe perder. Espetáculo de analfabetismo político, somados a uma cultura escravocrata, racista e fascista.

Urge, pois, a reação, que há de se dar na aglutinação das forças políticas contrárias ao golpe, e na ida às ruas. Mais do que a majoritária parcela da intelectualidade nos mais diversos campos, que defende o recrudescimento dos avanços sociais conquistados nos últimos anos, está o seu maior beneficiário: o povo, o povão, que sintomaticamente não estava nessas manifestações.

A mulher e a democracia: vítimas

*Pub na Gazeta de Alagoas e nos sítios Pragmatismo Político e PCdoB-AL, aos 09.03.2016

O golpe há tempos anunciado e nos útlimos tempos recrudescido não é em Dilma, Lula ou no PT. O golpe é na democracia.

O golpe não mais se veste de verde-oliva ou é decidido nos quartéis (acredita-se), porque as amadurecidas declarações e atitudes das novas Forças Armadas permitem essa compreensão. Ao contrário, aliás, dos coxinhas, que estão mais reacionários e politicamente analfabetos que seus pares de 64.

O golpe “moderno” vem sendo forjado por parcela da mídia nacional, notadamente a milionária, corrupta e impune deste país, que compõe os grandes grupos midiáticos, aliada a uma pequena parte (acredita-se) do judiciário, do ministério público e da polícia federal.

Ou será que alguém minimamente pensante — goste ou não de Lula, Dilma ou do PT (aliás, esse desgosto já é, não raro, resultado, ainda que parcial, do massivo e diuturno massacre manipulador midiático) — não enxerga que sob o discurso e prática (aparente) do combate à corrupção não está o objetivo de romper o ciclo do projeto político pensado e aplicado a partir de 2003?

Afinal, não foram Lula ou Dilma citados cinco vezes em delações premiadas; nem estão envolvidos no esquema de desvio de 2 bilhões de reais da merenda em SP, tampouco no roubo de 1 bilhão do metrô e da CPTM; não era amigo-irmão do dono do helicóptero onde foram encontrados 450 kg de cocaína (não se sabe, até hoje, de quem era essa droguinha de nada, mas quem comprou o pedalinho do sítio, vixe!, disto já se foi atrás);  não têm contas na Suíça, nem imóvel em Paris, nem receberam 1/3 de propina de Furnas;  não venderam  a maior empresa de mineração do mundo por menos de 4 bilhões, quando valia 100 bilhões de reais; não compraram uma reeleição casuística a 200 mil reais por cabeça; não tinha (ele) e não tem (ela) procurador-geral da república que engavetava todas as investigações que lhe chegavam, escolhido sem obedecer ao desejo dos membros da categoria; não foi a polícia federal deles que realizou apenas 48 operações em seu governo; não são compadres do banqueiro André Esteves, não cobravam propina da UTC (o “chatinho”, sim); não têm imóvel de 11 milhões de euros em Paris; não construíram dois aeroportos com dinheiro público em fazendas da família...

Mas foi ele o conduzido “debaixo de vara” no novel estado medieval de Curitiba, e é ela a quem, além de não se deixar governar, pouco importando que o país vá à bancarrota, é xingada de nominhos como puta, vaca, vagabunda. Juro: se eu vir um caba desse desejando “Feliz Dia da Mulher”. vou mandá-lo TNC: Tomar Nes Cau.

Parabéns às mulheres guerreiras deste país!

domingo, 6 de março de 2016

1954, 1964 e hoje: não é coincidência*

https://glaucocortez.files.wordpress.com
*Tb pub no jornal GAZETA DE ALAGOAS e nos sítios PRAGMATISMO POLÍTICO e PCdoB-AL de 02.03.2016

Lula perdeu três eleições. Na quarta, venceu. Depois, foi re-eleito. Durante o período atravessou turbulências graves, notadamente na política, na economia e na popularidade. Deixou o mandato com altíssima aceitação popular. Continua sendo reiteradamente eleito o melhor presidente da história do país em todas as pesquisas de opinião, e ainda hoje seria um fortíssimo candidato à presidência da república. É respeitadíssimo inclusive pela comunidade internacional. Mesmo com seu governo, seu partido e sua figura pessoal sendo atacados incessantemente durante toda a sua vida política.

Dilma não possui a retórica, o carisma e a genialidade política de Lula. Mas mesmo assim Dilma foi eleita, em grande parte porque o povo confia em Lula, e ela foi por ele escolhida. Depois, desta vez por mérito próprio, foi re-eleita, mesmo sofrendo uma campanha midiática ferocíssima, repleta de socos abaixo da linha de cintura, sendo o ápice da canalhice a capa mentirosa da revista Veja — que nos últimos anos se transformou no mais representativo exemplo de mau “jornalismo” escrito do país —, às vésperas do pleito. De lá pra cá, o que essa mulher tem sofrido de ataques a si, ao seu governo, ao partido a que está filiada e a tudo o mais que lhe diga respeito é tão impressionante quanto cruel e desumano.

Esses ataques incessantes tornam simplesmente impossível se estabeleça um mínimo de governabilidade, notadamente num país do tamanho e complexidade do Brasil, prenhe de problemas seculares. Dilma e seu governo vêm sendo diuturnamente torpedeados por jornais, revistas e telejornais desde o dia seguinte àquele em que os brasileiros a escolheram para governar por mais quatro anos, e paralela e sucessivamente por uma oposição incompetente, sem projeto de governo a confrontar o que atacam, e municiada pela mesma mídia parceira. Não há esse presidente que consiga fazer um bom governo num quadro desses.

As semelhanças com 1954 e 1964 não são meras coincidências. O modus operandi e o conteúdo dos ataques guardam essenciais semelhanças com os vividos por Dilma. Os velhos temas para enganar incautos: a corrupção e a incompetência. Aliás, vividos também por Lula, embora não exerça cargo público algum. No caso deste, é o medo. Medo da sua força. Medo de serem derrotados mais uma vez caso ele resolva candidatar-se novamente. Mas o povo enxerga todas as manobras. Basta ver o recrudescimento significativo de novas filiações ao PT e ao principal partido aliado do governo, o PCdoB.

"Teoria" do desconhecimento do fato*

http://www.conversaafiada.com.br/
*Tb pub no jornal GAZETA DE ALAGOAS e nos sítios PRAGMATISMO POLÍTICO e PCdoB-AL de 24.02.2016

Durante um bom tempo de advocacia pública ocupei cargo de chefia. E como tal tive sob minha coordenação técnica e administrativa alguns valorosos colegas. Invariavelmente, depositava sobre eles a confiança normal e necessária a liderá-los, usando os meios de controle de gestão inerentes ao cargo. Geria, então, um espectro microscópico da administração.

Por essa época testemunhei um presidente de partido político ser condenado por crimes que teriam sido praticados por alguns de seus membros ou de partidos aliados, fundada a condenação na equivocada e inaceitavelmente ressuscitada teoria do “domínio do fato”. Isto é: à míngua de prova de que houvesse participado da suposta atividade criminosa, admitia-se que necessariamente dela teria conhecimento, pelo cargo ocupado. Em suma: um subordinado teria supostamente praticado um crime, e você, face ao cargo que ocupasse, necessariamente de tudo saberia, quando não seria o mentor, donde mereceria ser condenado também, se aqueles o fossem. Um dos juízes, recordo-me, chegara a afirmar que o condenava, inobstante sem provas, porque a literatura jurídica o permitiria. Estava a referir-se a tal da teoria do “domínio do fato”.
 
Tempos depois, um colega, também chefe, confidenciou-me que a ser assim deveria incluir em suas orações o pedido aos céus para que nenhum de seus subordinados pudesse vir a cometer delitos que deles não lograsse conhecer, mas que segundo os adeptos de ocasião da referida teoria deles deveria sabê-lo, frente ao cargo que então ocupava.

É que temia, vindo a descobrir-se um suposto e desconhecido mal feito patrocinado por um deles, ser acusado de que necessariamente deveria dele ter conhecimento, quando não fosse dele mentor. Achei um exagero, e rimos. Mas...

Por essa época observei muita gente regozijando-se por tal ou qual membro daquele partido estar metido em algum desvio ético. Alguns, inclusive, que não tinham sequer a mínima condição moral para fazê-lo. Tipo: tá vendo? Olha aí, o metido a limpinho!...

Pude constatar, assim, que o temor do colega não era assim tão amplificado. Não tive dúvidas de que, ao lado dos novéis adeptos togados da malfadada teoria que poderiam incriminá-lo, decerto também haveria os hipócritas de sempre que se regozijariam em vê-lo “envolvido” em alguma safadeza eventualmente cometida por um preposto seu, para dizer, com o cinismo e deleite que lhes é inerente: Ele sabia; como não saberia?!

Um dos prazeres dos canalhas é a difusão da impressão coletiva de que todos são como eles.

Sobre (não) ter "juízo"*

https://politicaeverdade.files.wordpress.com
*Tb pub no jornal GAZETA DE ALAGOAS e nos sítios PRAGMATISMO POLÍTICO e PCdoB-AL de 17.02.2016

Há um pensamento que os liberais gostam de usar para desqualificar os comunistas que perseveram, a exemplo, entre nós, dos muito respeitados e populares, como homens, arquiteto e escritor, respectivamente, há pouco falecidos, Niemeyer e Jorge Amado. Cuida-se de pretenso axioma, até cinicamente tolerante: quem não foi comunista até os vinte anos não tem coração; quem o é depois dos trinta não tem juízo. À juventude, assim, seria permitido esse arroubo irresponsável e utópico em que se traduziria o comunismo, desde que, depois, a maturidade o trouxesse à realidade, portanto, ao liberalismo.

Danou-se! Por aí, estaria condenado a ser um desajuizado irremediável. E embora assim não me considere, devo resignar-me, afinal dizem que os loucos não se acreditam loucos... Donde o que eu pense de mim pouco importa aos que, por esse norte, seriam mais ajuizados do que eu.

Já tive a oportunidade de dizer para vocês que gostam de ler meus devaneios — meia dúzia de adoráveis maluquinhas e malucos —, que sempre fui de esquerda, acho que desde quando comecei a refletir sobre a vida e suas brutais injustiças e desigualdades sociais no mundo e na sociedade escravocrata, preconceituosa e (metida a) elitista da minha, entretanto, querida Maceió.

Mas para me dizer algo comunista levou um tempo enorme... Tanto que somente vim a fazê-lo já adulto, completados os tais trinta anos. É que não o fiz num arroubo de juventude, no seu alvorecer gostoso que há muito se perdeu no caminho. Vim a considerar-me, na verdade, depois de muito pensar e ler, compulsiva e quase sofregamente, mas menos do que gostaria e ainda preciso. Quer dizer: sou um irremediável. É que sempre levei muito a sério as afirmações a respeito de qualquer coisa, o que dizer-se a respeito de mim mesmo. Mais ou menos como dizer “eu te amo”. Não se deve dizê-lo sem a convicção do amor sentido.

Há quem diga que a dicotomia esquerda e direita não existe mais. Mas não tenham dúvida: quem o diz é de direita ─ como já disseram que o socialismo e o comunismo acabaram apenas porque finda a então URSS (assunto para outra crônica, talvez). Não passa da mesma conversa tola daqueles que ─ por ignorância ou, pior, como mais comum, por desonestidade intelectual ─ dizem que os governos Lula e Dilma são socialistas. Os governos Lula e Dilma não passam de pretensas e mal acabadas versões do estado do bem-estar social europeu. Nada mais. Mas ainda o sejam, são os melhores já experimentados por este país.

Donde urge sejam defendidos.

Respeito gástrico*

https://felipealbornoz.files.wordpress.com/2011/02/fobias-05.jpg?w=400&h=378
*Tb pub. no jornal GAZETA DE ALAGOAS e nos sítios PRAGMATISMO POLÍTICO e PCdoB-AL de 10.02.2016

São muitos, e não generalizo, os cabras-de-peia no PSDB, no PMDB, no DEM e em outros partidos do país, inclusive em alguns que se arvoram assépticos na chamada esquerda brasileira. E isto se explica porque agremiações formadas de seres humanos, com todas as suas imperfeições e vícios. Até nas religiosas a gente se depara com figuras que as desonram, inclusive para elegerem, suas vítimas, crianças e outros indefesos que tais.

Mesmo assim, e sem maniqueísmo esquerda (o bem) x direita (o mal) ─, não posso negar que não me tenha causado indigesta surpresa saber do descompromisso com a ética, de gente de dentro do PT, ainda que não se deva, sem atenção ao rigor ideológico, compreendê-lo um partido rigorosamente “de esquerda” é que com suas diversas tendências internas, assemelha-se mais a uma frente, peculiaríssima, dentro do espectro partidário do país. Teria, ainda assim, necessariamente, que honrar o voto daqueles que lhe depositaram tantas esperanças no campo ético. Aqui e ali não o fizeram. Ponto.

Isto não significa, porém, que se possa colocá-lo na vala comum desses partidos da direita, seja porque com eles não se possa confundi-lo enquanto tal, seja, muito menos, tomada em conta a sua honrada e aguerrida militância.

Da mesma forma que entendo não se deva filiar-se a um partido no oba-oba ou por razões outras, tampouco compreendo a política dissociada de um. E embora não seja filiado ao PT, defendo-o, mais do que muitos petistas inclusive, principalmente porque compreendo que se é verdade que Lula o transcende, tampouco se teria transformado no fenômeno que é sem ele. Defendo um projeto político, o mais avançado em muitos anos.

O governo Lula e o PT, com seu fiel e respeitado vice, o falecido José de Alencar (ex-PMDB, PL e PRB), o PCdoB e outros aliados promoveram avanços inéditos na história neste país. Muitas páginas seriam necessárias para discorrer sobre todos. Nenhum desses partidos que o(s) critica(m), não raro com cinismo e hipocrisia, o fizeram quando puderam. Nem sombra delas. Até a comunidade internacional de escol o reconhece e não cansa de homenagear o ex-presidente.

Mas nada ainda me surpreende mais do que ver algumas figuras ligada a alguns desses partidos da história política nacional arvorando-se paladinos da ética e da justiça. Não dá pra aceitar, sem ser tomado de ânsia de vômito, ouvi-los posando de defensor desses princípios tão caros à prática política nacional.

Até para a hipocrisia, respeitem o meu estômago, há limites.